Bem Vindos!

 

Calíope - Joseph Fagnani



Olá! Seja Bem-Vindo ao Jornal Calíope!

Meu nome é Giovanna e, neste primeiro post, eu gostaria de falar sobre as motivações para criar esse blog e meus objetivos com ele. A sugestão de cria-lo veio de meu marido e companheiro Rodrigo quando eu lhe contava sobre uma música nova que eu estava conhecendo, o que eu tinha estudado a respeito dela, e sobre o que tinha pensado e refletido. Eu tenho o hábito de fazer essas pequenas “palestras particulares” em casa para compartilhar com ele o que aprendi, então, imagino que ele deve ter pensado que eu precisava fazer algo melhor com as minhas ideias do que transformá-las em simples tagarelice e me sugeriu fazer um blog em que eu colocasse essas ideias em algum lugar, que eu as desse uma vazão e, quem sabe, elas possam ser de alguma utilidade para alguém que esteja fazendo alguma pesquisa a respeito de algum tema sobre o qual eu venha a escrever. Eu admito que fiquei um pouco insegura sobre isso e disse: “mas, eu não sei tanto assim de música para fazer um blog sobre isso”, e, de fato, não sou musicista, sou cantora de chuveiro no máximo! Mas, ponderei, pois certa vez um amigo, professor e artista me ensinou que existem três tipos de músicos (ou artistas) que possuem uma relação interdependente: aquele que cria/produz arte, aquele que reproduz ou interpreta a arte criada, e aquele que sabe e pode apreciar a arte, sendo todos artistas de igual importância. Afinal, para que criar e interpretar arte se não há ninguém que a possa apreciar? Então, eu tomo a liberdade de me incluir nessa última categoria e, face a realidade que temos em que não há uma educação que nos ensine a apreciar a arte e a beleza, resolvi compartilhar a minha trajetória nessa aventura que é aprender a apreciar a arte, saber sentir a arte e aproximar-se da beleza. Sou uma entusiasta da arte, sonho em alcançar a altura estelar da beleza. Pretendo fazer esse trabalho de maneira poética, sensível e muito natural, sem me preocupar muito em elencar um rol de nomes de especialistas e rígidos padrões eruditos, pois sou filósofa e quero apenas compartilhar a minha humilde experiência com a arte - em forma de música, poesia, pintura, escultura -, e com a natureza, a vida, como elas tocam a minha alma e como podem tocar a alma de cada um de nós. Chamei de “jornal” porque pretendo fazer um trabalho de divulgar informações as mais relevantes possíveis acerca de obras artísticas que julgo também relevantes, bem como postar reflexões sobre a natureza, a sociedade em que vivemos, a Vida e seus ensinamentos. E “Calíope” porque quis oferecer esse trabalho ao divino e decidi por oferecer à Rainha das Musas, Calíope, a de bela voz. Peço, musa, que me empreste a força de apenas uma nota de sua poderosa voz para esse pequeno, mas sincero, trabalho em nome da Arte, da Beleza e da Filosofia!


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